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Bolsa de Reciclagem quer ampliar carteira de clientes

Bolsa de Reciclagem quer ampliar carteira de clientes

Empresas são convidadas a assinar Boletim Informativo que apresenta anúncios de oferta e procura e reportagens especiais sobre resíduos


Com a maior movimentação de anúncios de oferta e procura de resíduos do Brasil, a Bolsa de Reciclagem do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) lança, nesta quarta-feira (30), uma nova ação de marketing para ampliar ainda mais sua carteira de clientes.
As empresas cadastradas na Bolsa de Reciclagem vão receber nos próximos dias um exemplar do Boletim Informativo e um cupom para tornar-se assinante do veículo impresso. “Temos uma grande quantidade de anúncios, o que faz com que mais empresas que trabalham com reciclagem sejam atraídas a participar da bolsa. Elas precisam estar diariamente antenadas com o mercado, interagindo, comprando e vendendo resíduos”, explicou Elizabeth Stapenhorst, coordenadora da Bolsa de Reciclagem, lembrando que atualmente há cerca de 4 mil empresas cadastradas.

Além dos anúncios de oferta e procura de resíduos, o Boletim apresenta ainda matérias sobre técnicas de reciclagem, entrevistas com empresários do ramo, reportagens sobre inovações na prestação de serviços e gestão de resíduos. “Todos os dias, dez novas empresas cadastram-se na Bolsa de Reciclagem, em sua maioria, empresas de plástico. Essas empresas precisam estar bem informadas sobre tudo que acontece no mercado. Além disso, recebemos cerca de 20 novos anúncios por dia”, disse Flávia Noronha, técnica da Bolsa.

Criada em abril de 2001 por iniciativa do Senai CIC/Cetsam (Centro de Tecnologia em Saneamento e Meio Ambiente), a Bolsa de Reciclagem registrou desde então 4.192 anúncios de oferta e 1.550 de procura.

Empresas de todo o País cadastram-se na Bolsa de Reciclagem do Paraná. Participam também indústrias do Uruguai, Argentina e Portugal.
Um dado curioso aponta que a maioria (1.055) das empresas cadastradas na Bolsa paranaense é paulista. Do Paraná, são 878. “Essa ?invasão? paulista ocorreu de forma lenta. Aconteceu, especialmente, porque o Paraná tem um setor de plástico bastante desenvolvido. E hoje é o que mais movimenta o mercado de reciclagem brasileiro”, afirmou Elisabeth.

Além do Paraná, existem Bolsas de Reciclagem também em São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Amazonas, Pernambuco e Paraíba. “Anualmente, realizamos uma pesquisa de satisfação entre as empresas cadastradas. A última, de 2005, apontou que 18% das empresas que comunicam interesse fecham negócios na Bolsa paranaense”, revelou Flávia.

Esse interesse das empresas pelo mercado de resíduos vem aumentando muito ao longo dos anos. Em 2001, a Bolsa registrou apenas 11 manifestações de interesse. Ano passado, esse número saltou para 15.444.

De acordo com Elisabeth, o volume de manifestação de interesse das empresas cresceu a partir de 2003, quando a Bolsa de Reciclagem aprimorou o layout do site (www.bolsafiep.com.br) e alterou o sistema. “Tornando mais ágil a sua atualização, permitindo que a resposta ao atendimento fosse mais rápida e oferecendo mais qualidade aos clientes”, considerou.

A página da Bolsa de Reciclagem na Internet recebe, em média, cerca de 400 visitas por dia. Em 2005, foram registradas 76.461 visitas. O cadastro das empresas no site é gratuito. “Ao se cadastrarem, as indústrias recebem senha e login. Então, podem fazer o anúncio de oferta ou procura por categoria, descrição do produto, quantidade e periodicidade. A Bolsa representa oportunidades de negócios, de compra e venda de resíduos via Internet e boletins impressos”, concluiu a coordenadora.

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